Depois de uma atribulada e acelarado processo de fusão, há precisamente 68 anos União Foot-ball Lisboa (1910-1942) e Carcavelinhos Futebol Clube (1912-1942) uniam-se e nascia o Atlético Clube de Portugal
Antes de falar-mos deste blog e da sua evolução, não queremos deixar de desejar ao Atlético mais 68 anos de glória.
E agora....
Como fazemos este blog
Temos recebido alguns e-mail enaltecendo o nosso trabalho, mas também outros a pedirem maior periodicidade na publicação de novos textos.
Temos que deixar, forçosamente, aqui uma explicação. Este é um blog sobre a História do Atlético. Sendo um site histórico, os temas a abordar necessitam de um tempo de pesquisa, mas sobretudo de verificacação e validação histórica pois queremos que os riscos de contar aqui algo que não corresponda exactamente ao sucedido sejam mínimos, se bem que também tenhamos a consciência que isso possa suceder.
Para terem uma idéia, para publicarmos o texto do "Caso Vital" tivemos que fazer 4 visitas à Hemeroteca de lisboa e um contacto à Federação Portuguesa de Futebol.
Não julguem que dispomos de vastos arquivos sobre a história do clube. De facto, temos muito pouco; portanto tudo o que foi ou venha a ser publicado foi ou será alvo de investigação apurada.
É também por isso que iniciámos contactos com o jornal "O Comércio de Alcântara", no sentido de podemos usar a vasta informação que sabemos estar na posse daquele períodico, sobretudo imagens; e é também por isso que nos próximos dias reuniremos com o Pressidente do Atlético (ou eventualmente em quem este delegar).
Neste momento temos uma boa meia-dúzia de histórias em desenvolvimento, infelizmente nem uma única está completa, pois ou falta validar resultados, ou falta mesmo partes da história que se mantém por apurar.
Porque queremos que este seja mais do que "outro blog" do Atlético, regemo-nos por um rigor que pode (e é) inimigo da velocidade de produção.
Vítor Rodrigues
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sábado, 18 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
O emblema do Atlético Clube de Portugal
Não poderíamos, evidentemente, esquecermo-nos de falar da simbologia do emblema do Atlético Clube de Portugal, certamente a mais simples e descomplicada dos três emblemas.
Fruto da fusão do União com o Carcavelinhos, em 1942, o estabelecimento de um emblema para a novel agremiação foi, à época, alvo de um concurso, não sabemos se público, se restrito aos sócios de ambos os clubes, que não eram poucos, se recordarmos que o Atlético, nos seus anos dourados chegou a ter 12000 sócios, qualquer coisa como cerca de 10 vezes mais do que o total actual, segundo fonte interna, mas oficiosa, do clube, à qual damos o maior crédito.
Assim, não sabemos quantos, nem conhecemos os seus desenhos, mas terão havido várias propostas para o desenho do distintivo do novo clube
Ao certo, terão pelo menos havido dois concorrentes, mas julgamos que bastantes mais. Um deles foi a proposta vencedora, cujo autor terá sido o pai da Drª Marina Champion, actual Vice-Presidente do Clube, contudo não nos foi possível confirmar esta hipótese, para já, pelo que a informação aqui fica, “à condição”.
O outro, cujo desenho desconhecemos, foi da autoria do sr. Álvaro Henriques Cruz, antigo vidraceiro da Calçada da Tapada, com estabelecimento junto à Igreja de Alcântara, e que à data do seu falecimento (coisa não muito antiga) era o sócio nº 2 do Atlético Clube de Portugal. Foi ainda sócio do Carcavelinhos desde 22 de Setembro de 1932, e por consequência sócio fundador do Atlético Clube de Portugal.
Sabemos que houveram mais candidaturas mas desconhecemos quantas, os seus desenhos ou autores, sendo talvez hoje, algo difícil, desenterrar estas histórias do inicio da vida do Atlético.
Assim, com pena nossa, ficamos reduzidos à proposta que foi escolhida para emblema do Atlético cujo desenho bem conhecemos.
O emblema é encimado pela já tradicional coroa acastelada de cinco torres, herdada dos emblemas quer do União, quer do Carcavelinhos. A coroa pode ainda ser ornamentada, ou não, na sua base, com 2 rubis e 3 esmeraldas.
Aqui há uma história curiosa, não documentada ou confirmada, que nos foi contada há uns bons quinze anos pelo sr. Álvaro Henriques Cruz que se prende com a utilização das esmeraldas e rubis na ornamentação do emblema. Segundo esta fonte, o Atlético só utilizaria as pedras preciosas no seu emblema nos anos em que a sua equipa de futebol estivesse na 1ª Divisão, ou nos anos em que fosse detentora de algum título nacional. Não foi possível confirmar esta história, mas damos todo o crédito às palavras do sr. Álvaro Henriques Cruz, infelizmente já falecido, como foi dito atrás; contudo isto explicaria porque nas últimas décadas o emblema do clube, nas suas versões impressas, tenha deixado de ostentar as pedras preciosas.
Deixemo-nos então devaneios e passemos ao resto do emblema. Este é unido à coroa pelas extremidades desta, sendo o espaço originado entre os dois elementos, preenchido a vermelho. O corpo do emblema é constituído por um triângulo isósceles invertido, uma modernidade para a época, se pensarmos que a maioria dos clubes utilizava um escudo com arco ogival invertido como base.
Desconhecemos se esta originalidade terá sido determinada por genialidade do seu autor, ou se simplesmente pela falta de um compasso para desenhar o arco ogival invertido. Pode parecer ridículo, mas em 1942 um compasso era um produto de tecnologia de ponta, cujo acesso era proibitivo à maioria das bolsas, e que não seria qualquer um que soubesse manipulá-lo.
Assim, esta é mais uma incógnita sobre o nosso emblema, mas vamos acreditar que se trata de um rasgo de genialidade o que determinou que o corpo do emblema fosse um triângulo isósceles invertido.
Tal como a coroa, o corpo do emblema é bordejado por um filete a oiro. Sobre o lado esquerdo, em posição inclinada, acompanhando a aresta do triângulo, estão três faixas de largura idêntica, por esta ordem, da esquerda para a direita: Amarela Vermelha e Azul.
Que significam estas faixas?
Nada de mais simples a Amarela e a Vermelha são velhas amigas que já estavam presentes no emblema do União Foot-ball Lisboa; a novidade é a faixa azul.
Se repararmos, então temos aqui as cores dos dois clubes que deram origem ao Atlético. A Amarela e a Vermelha representam o União; e novamente a Vermelha e também a Azul representam o Carcavelinhos pois estas eram as cores daquele clube. Claro, bem sabemos que o Carcavelinhos trajava de Grená e Azul, e não de Vermelho e Azul, mas houve certamente uma necessidade de consenso e afinal o Grená mais não é do que Vermelho escuro, pelo que a representação nos parece absolutamente aceitável, e ao júri que terá escolhido este emblema, cuja constituição igualmente desconhecemos, certamente que também.
Assim temos que a faixa vermelha, representa a cor comum aos dois clubes do qual o Atlético nasceu, simbolizando por si só a união entre o Carcavelinhos e o União Lisboa.
No resto do emblema, estávamos a descrevê-lo, em fundo branco e em letras que poderão ser negras ou doiradas, por extenso, no topo, em caixa alta, a palavra “Atlético”, e por baixo, acompanhando de forma harmoniosa a moldura, as letras “C” e “P”, significando “Clube” e “Portugal”, respectivamente.
Por vezes, o nosso emblema é mal representado Os erros mais vulgares são: cor errada das pedras preciosas, representação da letra “P”, e não preenchimento a vermelho entre a base da coroa e topo do emblema. São situações a que nem sequer, infelizmente, os documentos oficiais do clube escapam. Por exemplo, no cabeçalho do jornal do clube constatarão que o emblema padece do erro da letra “P”, que consiste em que a ponta inferior do “P” não acompanhe até ao vértice inferior do triângulo isósceles invertido. Padece ainda do erro do não preenchimento a vermelho do espaço entre a base da coroa e o topo do corpo do emblema. São, em nossa opinião, dois erros inconcebíveis, num documento que é a imagem do clube “fora de portas” e que deviam ser corrigidos rapidamente.
Assim, nos nossos “bonecos” abaixo, a representação da esquerda está correcta, mas a da direita temo tal erro do “P” e da ausência de vermelho entre a coroa e o corpo do emblema.
Não é hoje comum encontrarem-se erros ao nível da representação das pedras preciosas, até porque há muitos anos que os documentos oficiais do clube deixaram de as ostentar, mas muitas vezes estes erros eram determinados por questões económicas, sendo vulgar a substituição das esmeraldas por safiras, por serem azuis, já que a utilização do verde obrigava a mais uma passagem de máquina na impressão, aumentando os custos. O emblema abaixo corresponde ao desenho original da proposta vencedora e as cores estão correctas.
Nuno Almeida
(todos os direitos reservados)
Fruto da fusão do União com o Carcavelinhos, em 1942, o estabelecimento de um emblema para a novel agremiação foi, à época, alvo de um concurso, não sabemos se público, se restrito aos sócios de ambos os clubes, que não eram poucos, se recordarmos que o Atlético, nos seus anos dourados chegou a ter 12000 sócios, qualquer coisa como cerca de 10 vezes mais do que o total actual, segundo fonte interna, mas oficiosa, do clube, à qual damos o maior crédito.
Assim, não sabemos quantos, nem conhecemos os seus desenhos, mas terão havido várias propostas para o desenho do distintivo do novo clube
Ao certo, terão pelo menos havido dois concorrentes, mas julgamos que bastantes mais. Um deles foi a proposta vencedora, cujo autor terá sido o pai da Drª Marina Champion, actual Vice-Presidente do Clube, contudo não nos foi possível confirmar esta hipótese, para já, pelo que a informação aqui fica, “à condição”.
O outro, cujo desenho desconhecemos, foi da autoria do sr. Álvaro Henriques Cruz, antigo vidraceiro da Calçada da Tapada, com estabelecimento junto à Igreja de Alcântara, e que à data do seu falecimento (coisa não muito antiga) era o sócio nº 2 do Atlético Clube de Portugal. Foi ainda sócio do Carcavelinhos desde 22 de Setembro de 1932, e por consequência sócio fundador do Atlético Clube de Portugal.
Sabemos que houveram mais candidaturas mas desconhecemos quantas, os seus desenhos ou autores, sendo talvez hoje, algo difícil, desenterrar estas histórias do inicio da vida do Atlético.
Assim, com pena nossa, ficamos reduzidos à proposta que foi escolhida para emblema do Atlético cujo desenho bem conhecemos.
O emblema é encimado pela já tradicional coroa acastelada de cinco torres, herdada dos emblemas quer do União, quer do Carcavelinhos. A coroa pode ainda ser ornamentada, ou não, na sua base, com 2 rubis e 3 esmeraldas.
Aqui há uma história curiosa, não documentada ou confirmada, que nos foi contada há uns bons quinze anos pelo sr. Álvaro Henriques Cruz que se prende com a utilização das esmeraldas e rubis na ornamentação do emblema. Segundo esta fonte, o Atlético só utilizaria as pedras preciosas no seu emblema nos anos em que a sua equipa de futebol estivesse na 1ª Divisão, ou nos anos em que fosse detentora de algum título nacional. Não foi possível confirmar esta história, mas damos todo o crédito às palavras do sr. Álvaro Henriques Cruz, infelizmente já falecido, como foi dito atrás; contudo isto explicaria porque nas últimas décadas o emblema do clube, nas suas versões impressas, tenha deixado de ostentar as pedras preciosas.
Deixemo-nos então devaneios e passemos ao resto do emblema. Este é unido à coroa pelas extremidades desta, sendo o espaço originado entre os dois elementos, preenchido a vermelho. O corpo do emblema é constituído por um triângulo isósceles invertido, uma modernidade para a época, se pensarmos que a maioria dos clubes utilizava um escudo com arco ogival invertido como base.
Desconhecemos se esta originalidade terá sido determinada por genialidade do seu autor, ou se simplesmente pela falta de um compasso para desenhar o arco ogival invertido. Pode parecer ridículo, mas em 1942 um compasso era um produto de tecnologia de ponta, cujo acesso era proibitivo à maioria das bolsas, e que não seria qualquer um que soubesse manipulá-lo.
Assim, esta é mais uma incógnita sobre o nosso emblema, mas vamos acreditar que se trata de um rasgo de genialidade o que determinou que o corpo do emblema fosse um triângulo isósceles invertido.
Tal como a coroa, o corpo do emblema é bordejado por um filete a oiro. Sobre o lado esquerdo, em posição inclinada, acompanhando a aresta do triângulo, estão três faixas de largura idêntica, por esta ordem, da esquerda para a direita: Amarela Vermelha e Azul.
Que significam estas faixas?
Nada de mais simples a Amarela e a Vermelha são velhas amigas que já estavam presentes no emblema do União Foot-ball Lisboa; a novidade é a faixa azul.
Se repararmos, então temos aqui as cores dos dois clubes que deram origem ao Atlético. A Amarela e a Vermelha representam o União; e novamente a Vermelha e também a Azul representam o Carcavelinhos pois estas eram as cores daquele clube. Claro, bem sabemos que o Carcavelinhos trajava de Grená e Azul, e não de Vermelho e Azul, mas houve certamente uma necessidade de consenso e afinal o Grená mais não é do que Vermelho escuro, pelo que a representação nos parece absolutamente aceitável, e ao júri que terá escolhido este emblema, cuja constituição igualmente desconhecemos, certamente que também.
Assim temos que a faixa vermelha, representa a cor comum aos dois clubes do qual o Atlético nasceu, simbolizando por si só a união entre o Carcavelinhos e o União Lisboa.
No resto do emblema, estávamos a descrevê-lo, em fundo branco e em letras que poderão ser negras ou doiradas, por extenso, no topo, em caixa alta, a palavra “Atlético”, e por baixo, acompanhando de forma harmoniosa a moldura, as letras “C” e “P”, significando “Clube” e “Portugal”, respectivamente.
Por vezes, o nosso emblema é mal representado Os erros mais vulgares são: cor errada das pedras preciosas, representação da letra “P”, e não preenchimento a vermelho entre a base da coroa e topo do emblema. São situações a que nem sequer, infelizmente, os documentos oficiais do clube escapam. Por exemplo, no cabeçalho do jornal do clube constatarão que o emblema padece do erro da letra “P”, que consiste em que a ponta inferior do “P” não acompanhe até ao vértice inferior do triângulo isósceles invertido. Padece ainda do erro do não preenchimento a vermelho do espaço entre a base da coroa e o topo do corpo do emblema. São, em nossa opinião, dois erros inconcebíveis, num documento que é a imagem do clube “fora de portas” e que deviam ser corrigidos rapidamente.
Assim, nos nossos “bonecos” abaixo, a representação da esquerda está correcta, mas a da direita temo tal erro do “P” e da ausência de vermelho entre a coroa e o corpo do emblema.
Não é hoje comum encontrarem-se erros ao nível da representação das pedras preciosas, até porque há muitos anos que os documentos oficiais do clube deixaram de as ostentar, mas muitas vezes estes erros eram determinados por questões económicas, sendo vulgar a substituição das esmeraldas por safiras, por serem azuis, já que a utilização do verde obrigava a mais uma passagem de máquina na impressão, aumentando os custos. O emblema abaixo corresponde ao desenho original da proposta vencedora e as cores estão correctas.
Nuno Almeida
(todos os direitos reservados)
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Reunião Atlético CP Total / O Comércio de Alcântara
Como havia sido divulgado anteriormente no Atlético CP Total, tínhamos marcada para ontem, 5 de Setembro, uma reunião com os responsáveis do jornal “O Comércio de Alcântara”. Como é do conhecimento geral aquele periódico detém nos seus arquivos vasta documentação sobre o Atlético Clube de Portugal e clubes que lhe deram origem, bem como larga documentação fotográfica dos últimos 10 anos do Clube.
A intenção do Atlético CP Total nesta reunião era tentar chegar a um acordo que possibilitasse o acesso ou até a divulgação desse material, em moldes que seriam acordados entre as partes.
O Atlético CP Total foi recebido pelo director da publicação, Luís S. Howell, que depois de se inteirar que o Atlético CP Total não tinha qualquer relação com elementos dos actuais órgãos do clube, nos explanou demoradamente o contencioso que mantém com a Direcção do Clube, tendo-nos facultado o acesso a documentação, sobretudo os emanados pelo Clube, que atestam a legitimidade da sua posição.
Depois disto colocou-nos a questão se “será que é favorável para o vosso projecto aliarem-se ao Comércio de Alcântara?”, ao que o Atlético CP Total respondeu que nada nos prendia ao Clube, somente esta ideia de ir divulgando o seu passado, pelo que não nos parecia lógica a questão que nos era posta já que não havia qualquer contacto entre o Atlético CP Total e o Clube.
Neste contexto, e depois de nos inteirarmos, em síntese, do que consistiam os arquivos referentes ao Atlético concluímos que era de importância fulcral para o nosso projecto chegar a um entendimento com “O Comércio de Alcântara”.
O responsável pela publicação perguntou-nos por contrapartidas para a utilização desse material, referindo taxativamente que o jornal poderia ter fins sociais, mas também tinha fins lucrativos. Mostrou-se sensível ao nosso apelo, esclareceu que as contrapartidas não teriam de ser monetárias, mas que não iria ceder material a troco de nada, pelo que aguardaria com gosto uma proposta da nossa parte, ficando desde já acordada uma nova reunião para depois da saída da próxima edição do jornal, o que deverá atirar a nova reunião para meados deste mês.
Vítor Rodrigues
A intenção do Atlético CP Total nesta reunião era tentar chegar a um acordo que possibilitasse o acesso ou até a divulgação desse material, em moldes que seriam acordados entre as partes.
O Atlético CP Total foi recebido pelo director da publicação, Luís S. Howell, que depois de se inteirar que o Atlético CP Total não tinha qualquer relação com elementos dos actuais órgãos do clube, nos explanou demoradamente o contencioso que mantém com a Direcção do Clube, tendo-nos facultado o acesso a documentação, sobretudo os emanados pelo Clube, que atestam a legitimidade da sua posição.
Depois disto colocou-nos a questão se “será que é favorável para o vosso projecto aliarem-se ao Comércio de Alcântara?”, ao que o Atlético CP Total respondeu que nada nos prendia ao Clube, somente esta ideia de ir divulgando o seu passado, pelo que não nos parecia lógica a questão que nos era posta já que não havia qualquer contacto entre o Atlético CP Total e o Clube.
Neste contexto, e depois de nos inteirarmos, em síntese, do que consistiam os arquivos referentes ao Atlético concluímos que era de importância fulcral para o nosso projecto chegar a um entendimento com “O Comércio de Alcântara”.
O responsável pela publicação perguntou-nos por contrapartidas para a utilização desse material, referindo taxativamente que o jornal poderia ter fins sociais, mas também tinha fins lucrativos. Mostrou-se sensível ao nosso apelo, esclareceu que as contrapartidas não teriam de ser monetárias, mas que não iria ceder material a troco de nada, pelo que aguardaria com gosto uma proposta da nossa parte, ficando desde já acordada uma nova reunião para depois da saída da próxima edição do jornal, o que deverá atirar a nova reunião para meados deste mês.
Vítor Rodrigues
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